15 de mar de 2009

Curitiba PR - ALL


America Latina Logística. Parceira incansável da Serras Verdes nos trabalhos que buscam manter viva e ativa essa linha férrea idealizada por engenheiros brasileiros.
No dia primeiro de maio de 1.875, D. Pedro II assinou o decreto imperial autorizando a construção da Ferrovia Curitiba – Paranaguá. O início da construção se deu em fevereiro de 1.880. As obras foram divididas em três seções: a primeira, com 42km, entre Paranaguá e Morretes; a segunda, com 38km, ligando Morretes a Roça Nova e a terceira, com 30km, entre Roça Nova e Curitiba, tendo os trabalhos iniciados quase que simultaneamente em todas as frentes. Depois de cinco anos de construção, o projeto visto como impraticável por engenheiros europeus, foi finalmente finalizado. Porém, dos nove mil homens que participaram da empreitada, aproximadamente cinco mil vieram a falecer devido a todas as dificuldades adaptativas. Foram utilizados trabalhadores de origem alemã, polonesa, italiana, africana, entre outros camponeses que abandonaram a atividade agrícola. Ao término da construção, muitos tiveram dificuldades de recolocação na antiga atividade. A estrada foi inaugurada no dia 2 de fevereiro de 1.885. O trem saiu de Paranaguá às 10h conduzindo autoridades federais e estaduais, jornalistas, engenheiros que participaram da construção e outros convidados. O trem inaugural chegou em Curitiba às 19h, onde cinco mil pessoas o aguardavam.

Morretes PR - Memórias


Memórias fixas e memórias móveis.
Durarão enquanto resistirem ou persistir as lembranças.

Curitiba PR - Comissária Serras Verdes


Comissária Aline - muito cuidado e atenção são dispensados aos turistas e usuários, pelos atendentes e funcionários, do SERRAS VERDES.
Minha gratidão à todos indistintamente através dessa foto.

Curitiba PR - Certificados


Trabalho conjunto entre Rotary e Secretaria do Meio Ambiente do Paraná sobre campanha de conscientização na extração e plantio do palmito. Na viagem foram distribuidas sementes para que os turistas e passageiros lançassem sobre a Serra do Mar, certificando-os com o títulos de multiplicadores.

Curitiba PR - Onibus em frente a prefeitura


Curitiba PR - Museu Oscar Niemeyer


O Museu Oscar Niemeyer tem como principal missão o de ser um espaço expositivo de excelência e referência no Brasil e no exterior. Com 17.744,64 mil metros quadrados de área expositiva potencial, o Museu está instalado em um complexo de 144 mil metros quadrados de área. O traço sinuoso de Niemeyer aplicado ao concreto ganha a leveza de linhas finas. Na simplificação de sua complexa arquitetura, o maior mestre da Arquitetura Moderna, ainda vivo, consegue, através de suas obras, mostrar toda a alma do povo brasileiro. Com liberdade formal e arrojo estrutural, ele explora ao máximo as possibilidades formais do concreto. O resultado é lúdico. O grande Olho de concreto e vidro, ao mesmo tempo em que debruça seu olhar de dupla face para a cidade também observa a si mesmo, refletindo o passado. Um olhar que parece flutuar à frente do prédio que deu origem ao Museu.

Curitiba PR - Jardim Botânico


Conhecido cartão de visitas da cidade, conta com um jardim formado por canteiros geométricos. A estufa de 500 metros quadrados, em ferro e vidro, inspirada nos palácios de cristal ingleses do século passado, expõe exemplares da flora brasileira. No Jardim Botânico, hoje uma referência nacional e internacional, são cultivadas plantas destinadas ao estudo científico.

Curitiba PR


Gruta das Encantadas - Ilha do Mel PR


Entras em teu eu e procuras enxergar teu lado fora onde encontrarás a dualidade do ser que não admites. Pecas para seres.

Dizem os pescadores que vivem próximo, na Praia das Conchas, que nos tempos de antanho, viviam lindas mulheres na gruta das Encantadas. Bailavam, ao amanhecer, como se festejassem o nascer do sol.O seu encanto era dormente, feiticeiro, mortal. Pobre do pescador que escutava a cantoria. Largava dos remos, e o batel sem rumo ia despedaçar-se nos pedrouços bem da base do morro que domina a ilha, onde foi construído o farol.

À tarde, tornavam as ninfas a bailar, cantando o ocaso do ente vivificador, rei da criação, pai do calor e dono da luz. Uma vez... um marinheiro mais destemido, escondeu-se por sobre o alcantil da gruta, bem antes de abrir-se a aurora na vastidão do Atlântico. Era corajoso, mas tinha medo do que ia presenciar. As estórias que ouvira desde a meninice eram de arrepiar os cabelos. Jamais alguém fora bastante louco, para afrontar os seres sobrenaturais que lá habitavam. Quando os céus se coloriam de rosa e nas nuvens haviam laivos de ouro e sangue, ouviu o intruso um suave canto que se escoava do interior das Encantadas. A proporção que as bailarinas surgiam, o canto tomava mais ênfase, mais intensidade. "Cagmá, iengvê, oanan eiô ohó , engô que tin, in fimbré ixan an ióngóngue, iamá que ô caicó, katô ó eká maingvê..."

Aquilo queria dizer: " Passe com cuidado a ponte. Viva bem com os outros; assim como eles vivem bem, você também pode viver. Lá você há de ver muita coisa que já viu aqui em minha terra, assim como o gavião. Teus parentes hão de vir te encontrar na ponte e te levarão com eles para tua morada." Estranhou o marinheiro que o sono não o vencesse. Pregou os olhos nas misteriosas mulheres, que nuas, de longos cabelos cor de algas, rodopiavam graciosamente, sem deixar marcas sobre a fina areia. Após muito tempo, não aguentou a atração fascinante de uma das deidades, cujos olhos eram verdes como o mar, e... precipite ganhou aos trambolhões a prainha, metendo-se de permeio na farândola, mãos dadas com a sua escolhida.

Por artes de Anhanga, a jovem falou-lhe na língua que era a sua.

- Tens de partir, homem estranho! Gosto de ti, mas tens de partir!

- Nunca! Nunca! arredarei os pés de perto de ti, amor! Roga ao teu Deus que me permita gozar de teu carinho e da tua eterna companhia.

- Para que vivas comigo é necessário que morras...

- Morrerei, se isto é preciso...

- Vem, então, meu doce amor... A fonte da vida nos chama... partamos...

Mãos entrelaçadas, ao canto fúnebre das bailarinas, os jovens entraram águas a dentro e quando desapareceram, já o sol era vitorioso.

As Encantadas se haviam sumido, para nunca mais aparecer.
E, desde então, a gruta está solitária, e nela se quebram os ecos dolentes e eternos do mar.



Com os olhos do sol me vigiando ou às silhuetas das pedras a me falarem busquei em seus "conselhos" as orientações na Ilha para poder ouvir meu coração. Bebi na fonte que revelou Narciso para chegar ao êxtase de meu lado escuro.

Beleza de lugar! Nem sempre tão deserto assim mas onde é possível, às vezes, se sentir como no filme "Náufrago". Me lembrei por muitos momentos do "WILSON" sem que estivesse melancólico como o personagem mas sim pela possibilidade de ouvir minha própria respiração misturada ao silêncio ou ao vento.
De Curitiba à Morretes, no Paraná, em três horas e meia. Muito tempo?
Muito bem! Experimente fazer a viagem por este trem e detalhar pelo menos vinte por cento do que conseguiu ver no trajeto.

Trem para Paranaguá PR - Detalhes


Pequenos detalhes muitas vezes podem dizer tudo em relação aos sentimentos. A imaginação pode nos revelar segredos ocultos nos menores escaninhos situados em lugares como a Estrada da Graciosa, Morretes, Antonina, Paranaguá e Ilha do Mel no Estado do Paraná. Embarque sem nenhuma espectativa nessa composição e verás o que resulta!

Estrada da Graciosa Paranagua PR


Igreja em Paranagua PR


Paranagua PR

Paranaguá é um município brasileiro localizado no litoral do estado do Paraná. É a cidade mais antiga do estado. Denominada pelos índios carijós como "Pernagoa" ("Grande Mar Redondo") que evoluiu para "Pernaguá", "Parnaguá" e, definitivamente, Paranaguá, a colonização desta região do Paraná teve início, aproximadamente, em 1550, primeiramente na Ilha da Cotinga e movida por interesse na extração de ouro, que se dizia abundante na região.

Morretes PR

Morretes PR


Morretes PR

Descrever o centro histórico de Morretes é retratar o passado, suas histórias e seus costumes. Um belíssimo casario enfeita as ruas da cidade, onde até Imperador D. Pedro II já pernoitou.

Curitiba PR

Curitiba PR


Curitiba PR

A História de Curitiba começou quando os primitivos habitantes do Primeiro Planalto Paranaense foram indígenas da tribo Tingüi, da nação Tupi-Guarani. Os primeiros povoadores de Curitiba chegaram ao planalto em meados do século XVII para explorar o ouro encontrado na região. Esses habitantes primitivos eram provenientes não só de São Paulo, mas também de Paranaguá, onde já haviam sido descobertas jazidas de ouro. A História de Curitiba começou quando os primitivos habitantes do Primeiro Planalto Paranaense foram indígenas da tribo Tingüi, da nação Tupi-Guarani. Os primeiros povoadores de Curitiba chegaram ao planalto em meados do século XVII para explorar o ouro encontrado na região. Esses habitantes primitivos eram provenientes não só de São Paulo, mas também de Paranaguá, onde já haviam sido descobertas jazidas de ouro.