18 de abr de 2009

Rio Piracicaba - Piracicaba -SP- Brasil



O nome da cidade vem do tupi-guarani, significado "lugar onde o peixe pára". É uma referência às grandiosas quedas do rio Piracicaba que bloqueiam a piracema dos peixes. O vale do rio Piracicaba começa a ser ocupado durante o século XVII, quando alguns colonos adentram a floresta e começam a ocupar as terras ao redor do Rio Piracicaba praticando a agricultura de subsistência e exploração vegetal. Em 1776 a Capitania de São Paulo decide fundar uma povoação na região, que serviria de apoio a navegação das embarcações que desceriam o rio Tietê em direção ao rio Paraná e também daria retaguarda ao forte de Iguatemi, localizado na divisa com o futuro Paraguai. A povoação deveria ser fundada na foz do rio Piracicaba com o Tietê, nas proximidades da atual cidade de Santa Maria da Serra, mas o Capitão Antônio Correa Barbosa, incumbido de tal missão, decide-se por um ponto localizado a 90 quilômetros da foz do Piracicaba, lugar já ocupado por alguns posseiros e com melhor acesso a outras vilas da região, notadamente Itu. A incipiente povoação de Piracicaba é fundada em 1º de Agosto de 1767, na margem esquerda do rio, localizado aproximadamente aonde hoje se situa o Engenho Central e partes da Vila Rezende.

Engenho Central - Piracicaba - SP - Brasil



Em 1881, às margens do rio Piracicaba, é fundado o Engenho Central de Piracicaba, que viria a se tornar o maior engenho de açúcar do Brasil nos próximos anos. A cidade começa a substituir o trabalho escravo pelos imigrantes assalariados: Piracicaba recebe importantes contingentes de portugueses, italianos e sírio-libanêses.

Engenho Central - Piracicaba - SP - Brasil






















O engenho fica localizado às margens do rio Piracicaba tornando o local ainda mais maravilhoso. Foi desativado em 1974, tombado como patrimônio histórico e desapropriado pela Prefeitura para transforma-lo em importante espaço cultural, artístico e recreativo. Tem uma área verde de 80 mil metros quadrados e é neste local que é encenada anualmente o espetáculo a céu aberto: “A Paixão de Cristo”.

Cachoeira Cassarova - Brotas - SP - Brasil






















A cidade de Brotas está localizada no centro do Estado de São Paulo. Mais de 80% do seu território está integrado à Bacia do Rio Jacaré-Pepira , além de pertencer a APA (Área de Proteção Ambiental) de Corumbataí. Uma de suas características mais marcantes é seu relevo montanhoso, que recebe o nome de "Cuestas Basálticas", responsável pela grande quantidade de cachoeiras no local. Brotas pode ser considerada uma das capitais do ecoturismo do estado de São Paulo, devido às diversas opções de atividades ligadas ao esporte de aventura que oferece. Com 70 m de altura, esta cachoeira permite a prática do canyoning para o nível básico. O primeiro rapel é de 15 m seguido de uma mini-tirolesa. A cachoeira encontra-se na Fazenda Cassarova.

Cachoeira dos quatis - Brotas - SP - Brasil






















Apesar de historicamente ter seu desenvolvimento econômico baseado no cultivo do café, Brotas é conhecida internacionalmente por ter se especializado no turismo de aventura, sendo palco para a prática dos mais diversos esportes de aventura, como o rafting e a canoagem, aproveitando o potencial do rio Jacaré Pepira. Atualmente a economia do município baseia-se na agropecuária, principalmente no cultivo de cana-de-açúcar e laranja, apesar da crescente importância do turismo de aventura. Visite também a Cachoeira dos Quatis. O acesso é pela fazenda Cassorova, com trilha íngrime e 40 min. de caminhada. Possui queda de água com 40 m. formando uma bela piscina natural e boa para a prática do arvorismo, canyoning e trilha. Uma bela experiência é entrar pela piscina e chegar até debaixo da queda - uma ducha ali é
indescritível.

17 de abr de 2009

Olaria - Valinhos -SP - Brasil



Localizado próximo a cidades de grande e médio portes, Valinhos revela oportunidades de negócios em função da base produtiva, e a situação privilegiada de sua localização permite forte comércio e serviços local. Essa localização privilegiada chamou a atenção de moradores da Região Metropolitana de Campinas (RMC) e até da capital paulista com o desejo de morarem em Valinhos. Isso gerou um movimento imobiliário recente onde muitas fazendas e sítios de figo roxo, goiaba, caju e vinhedos que antes estavam na zona rural, vêem sendo transformadas em condomínios fechados horizontais, principalmente. Como conseqüência, a área permeável natural na zona urbana legal de Valinhos vem diminuindo ano a ano, o que certamente trará impactos importantes em futuro próximo ao municípo e a seus munícipes em função das enchentes em seus córregos e ribeirões, já que as águas das chuvas chegarão mais rapidamente aos mesmos.

Usina santa Bárbara - Sta Bárbara D'Oeste - SP - Brasil




Santa Bárbara d'Oeste é um município brasileiro do estado de São Paulo, pertencente à Região Metropolitana de Campinas. Fundada em 4 de dezembro de 1818, a cidade é considerada como o berço da indústria automobilística no Brasil, uma vez que foi a responsável pela produção do primeiro automóvel nacional. A indústria do açúcar tomou grande impulso no final do século XIX, com o aumento na demanda desse produto. Nessa época foram instaladas grandes usinas açucareiras no município, dentre as quais destacam-se a Usina de Cillo e a Usina Santa Bárbara (atualmente desativadas). Por conseguinte, a partir da década de 1920 surgiram diversas indústrias de implementos agrícolas e indústrias têxteis. Com o passar dos anos, surgiram novas indústrias e, na década de 1950, foi produzido no município o primeiro automóvel brasileiro: o Romi-Isetta, lançado em 5 de setembro de 1956.

Caldas Novas - GO - Brasil




A cidade de Caldas Novas foi descoberta em 1722 por Bartolomeu Bueno da Silva (filho). Inicialmente pertencia a região de Santa Cruz, no sertão goiano, e que logo chamou a atenção de lavradores que identificaram nelas propriedades terapêuticas de alto valor. Martinho Coelho da Silva dirigiu um movimento de criação de um povoado para exploração das fontes, requerendo sesmaria. Em 1777, Martinho Coelho, enquanto caçava nas matas vizinhas, descobriu novas fontes às margens do Rio Pirapetinga, às quais deu o nome de Caldas de Pirapetinga, e outras às margens do Córrego Lavras, dando-lhes o nome de Caldas Novas. A descoberta das águas quentes aconteceu no final do século XVIII, mas a primeira “casa de banho” de Caldas Novas surgiu apenas em 1910. Ela foi construída pelo major Victor de Ozeda Ala para seus familiares e amigos, e funcionava onde hoje é o Balneário Municipal. As instalações eram de madeira e tinha apenas duas banheiras. O sucesso foi tanto que o número de convidados só aumentava. Dez anos mais tarde, em 1920, os herdeiros do major Victor e o médico Ciro Palmerston construíram em sociedade o primeiro balneário público, com duas banheiras esmaltadas e três cimentadas. Mas o primeiro grande empreendimento surgiu somente em 1964: a Estância Thermas do Rio Quente, que antes pertencia ao município de Caldas Novas.

16 de abr de 2009

Bar do Evori - Guarda do Embau - SC - Brasil



No bar do Evori sempre tem alguém ao violão comandando a cantoria ao longo da tarde com todo tipo de ritmo e atendendo a pedidos. O próprio Evori é quem oferece os intrumentos: violão, pandeiro e um tambor. Com geladas cervejas e muita caipirinha esmerada tudo fica ainda melhor. Rock, reagge, mpb, Beatles, Caetano, Gil, Tom... Todos passam por alí através da canções. O atendimento do bar é feito pelo Evori (himself), sua mulher e suas filhas que anotam os pedidos e depois quando prontos "gritam" chamando o cliente pelo nome. Quando este não responde ao chamado os outros clientes fazem o coro gritando o nome do "distraido" até que este se apresente. Quando o cliente distraido é identificado há uma grande comemoração em todo o bar. Um dos quitutes mais requisitados é o pastel. Não deixe de pedir essa iguaria do bar do Evori.

Guarda do Embaú - SC - Brasil



Este senhor é o Evori. Simpático e curtido de sol colocou toda família para trabalhar em seu empreendimento; um barzinho pitoresco sem luz nem água encanada todo de madeira e com chão de areia que atrai os visitantes de Guarda do Embáu. Seu bar é o único lugar para se comer ou beber algo nessa praia.

Guarda do Embaú SC Brasil



A praia da Guarda do Embaú está localizada no município de Palhoça SC a 50 Km da capital Florianópolis. Uma vila de pescadores com um rio que corta a praia e deságua no mar através de um canal proporcionando assim estas duas opções de lazer. O mar é propício à prática do surf sendo considerado um dos melhores locais do Brasil, e o rio ideal para caiaque, passeios de barco, que são oferecidos pelos próprios nativos, e outros esportes praticados em águas calmas. É um paraíso em meio a natureza, preservado pelos nativos e turistas.

15 de abr de 2009

Itacaré BA Brasil



Itacaré destoa da típica paisagem do litoral baiano, com faixas planas de areias com coqueirais a perder de vista, ou de falésias se precipitando sobre o mar.Itacaré surpreende por estar no único trecho do litoral baiano com pequenas praias (a maioria semi-desertas), por costões cobertos de mata atlântica, as melhores ondas do estado propícia para a prática do surf, um dos melhores rafting do país, uma infinidade de cachoeiras excelentes para banhos e prática de rapel, trilhas pela mata atlântica, intercaladas por lindas praias desertas e sertão do cacal, vários pontos de mergulho e passeio de barco pelos mangues, rio e ilhas.No fim da tarde, todos os caminhos levam à Ponta do Xaréu, no canto esquerdo da praia da Concha. É ali que a imagem do sol mergulhando no mar fica ainda mais bonita, emoldurada pelo colorido dos barquinhos de pescadores. Depois do espetáculo, a atração fica por conta das rodas de capoeira comandadas pelos nativos. Em comunhão com essa “tribo”, as noites são regadas a um som de Forró Pé de Serra e Reggae. A culinária é um caso a parte: peixes, frutos do mar, tapioca, moqueca, água de coco... tudo isso com a brisa, o mar azul, a areia branca, aquela sensação “caymeana” de que o paraíso é aqui e tudo vai lentamente.

Por de sol em Itacaré - Itacaré BA Brasil



Ilhéus é um município brasileiro do estado da Bahia. É a cidade com o mais extenso litoral entre os municípios baianos. É considerada por seus moradores como a capital do cacau, capital da Costa do Cacau e a "Princesinha do Sul". Sua economia baseia-se na agricultura, turismo e indústrias. Já foi o primeiro produtor de cacau do mundo mas depois da enfermidade conhecida como vassoura-de-bruxa que infestou as plantações, reduziu muito a sua produção. Ilhéus foi fundado em 1534 e elevado a cidade em 1881. É conhecido mundialmente por ambientar os romances de Jorge Amado, famoso escritor baiano, como Gabriela, Cravo e Canela e Terras do Sem Fim. Conhecida também como "IOS", sigla que respeita a grafia antiga do nome da cidade, São Jorge dos Ilhéos, que é utilizada nos bilhetes de transporte aéreo.

9 de abr de 2009

Centro Cultural de Curitiba - PR



O Paço Municipal foi projetado em 1912, durante a administração do engenheiro civil Cândido de Abreu. O local escolhido para a futura sede da Prefeitura de Curitiba foi a atual praça Generoso Marques, onde existia o antigo Mercado Municipal, que foi demolido. O Paço Municipal, único monumento do Paraná tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), é um prédio de arquitetura eclética, com elementos "art-nouveau". Com 500m2, foi construído sobre base de concreto e blocos de cantaria, possuindo planta retangular e em seus lados menores se projetam duas fachadas. A principal, voltada para a praça Generoso Marques e o jardim destaca a torre quadrada, construída em alvenaria de tijolos em três pavimentos e cobertura em quatro águas. No campanário, em três faces da torre, há relógios movidos eletricamente. Dois Hércules sustentam as colunas de granito Piraquara na porta de entrada, representando os poderes municipais – o Legislativo e o Executivo. O nicho existente logo acima sustenta uma figura feminina que representa a cidade de Curitiba. Completando a ornamentação da torre há um escudo com as armas do município e a cabeça do leão, símbolos da força. No interior, escadas de peroba, portas e janelas de cedro seco. Em toda a fachada existem sacadas semicirculares projetadas com marquises de ferro e vidro aramado, voltadas para a Praça Tiradentes. Completando o conjunto, a fonte Maria Lata d’Água. O grande destaque é a reprodução da escultura "Água pro Morro", datada de início dos anos 1940, de autoria de Erbo Stenzel, um dos mais importantes artistas plásticos do Paraná.

Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres - ilha do Mel - PR



A invejável localização da ilha, a falta de conflitos na região e o próprio nome da Fortaleza nos transmitem muito mais um conceito de "casa de praia" do que de praça de guerra. Construída entre 1767 e 1779, com a função de evitar uma provável invasão espanhola, somente em 1850 a "fortaleza" teve função alguma função quando seus soldados expulsaram piratas ingleses do navio "Cormorant" que saqueavam a Baía de Paranaguá. Dali haveria sido disparado o primeiro tiro por brasileiros, em todo o território nacional, contra um invasor. O prédio é chamado erradamente de Fortaleza, que seria caracterizada pela presença de duas ou mais baterias de canhões em locais diferentes da construção. Os Fortes, ao contrário, possuem apenas uma única bateria, como é o caso de N.Sa.dos Prazeres. Na década de 80 foi encontrado, dentro da muralha, um cofre com alguns papéis velhos e poucas moedas. Isso foi o suficiente para desencadear uma "corrida ao tesouro" que acabou danificando bastante a Fortaleza. Em 1995 o prédio foi totalmente restaurado e hoje conta com uma invejável estrutura para visitação.

Farol das Conchas - Ilha do Mel - PR



Foi construído em 1872 a pedido de D. Pedro II para orientar os navegadores que adentravam a baía de Paranaguá. Ainda está na ativo e mantém a mesma função. Vale a pena o passeio pelos degraus até o topo do farol para vislumbrar, lá de cima, as maravilhas naturais da ilha, principalmente as duas praias adjuntas a ele. As águas serenas da Praia do Farol das Conchas são um convite ao relaxamento. Ao lado do farol encontram-se diversas piscinas naturais cheias de vida marinha. Durante ressacas são formadas as famosas "Ondas das Paralelas" consideradas pelos surfistas um dos melhores picos de surf existentes no país.

Lixo - Ilha do Mel - PR



Na Ilha do Mel não existem áreas adequadas e nem em condições para dar um destino correto aos dejetos, porque o lençol freático (águas subterrâneas) é muito próximo da superfície e o risco de contaminação é muito grande. Além disso, a maior parte da Ilha é Estação Ecológica e Área de Preservação Ambiental, impossibilitando a implantação de aterro sanitário. Portanto, todo o lixo produzido e acumulado na Ilha do Mel, se não puder ser reaproveitado ou reciclado, deve ser levado de barco até o continente, para que possa seguir para os aterros da Prefeitura de Paranaguá. Por não haverem ruas e serem proibidos os veículos automotores, a coleta de lixo é feita com carrinhos puxados manualmente. Portanto, o trabalho de coleta de lixo é lento e difícil. Além disto, as distâncias percorridas são longas, considerando que muitos campings e residências, se encontram em áreas de difícil acesso. Para facilitar o trabalho do pessoal da Coleta Seletiva, é preciso que todos colaborem, enterrando o lixo orgânico (ou fazendo compostagem), e separando o reciclável, evitando enterrar o lixo misturado, jogar tudo no meio do mato ou simplesmente jogar tudo em volta de onde se está. Enterrar o lixo orgânico é uma boa prática pois, além de adubar a terra dos quintais, evita a exposição do lixo, a criação do mau cheiro e a proliferação de aranhas, moscas, mosquitos, baratas e roedores, que encontram no lixo exposto, o ambiente ideal para seu desenvolvimento. O lixo deixado durante anos pelos turistas e moradores, devido à falta de infra-estrutura adequada, foi se acumulando de tal forma que acabou por tornar-se um sério problema, cujas conseqüências estavam, pouco a pouco, comprometendo o meio-ambiente, a paisagem e, principalmente, a saúde da população local. Até aproximadamente 1980, todo o lixo da Ilha era enterrado, não havendo coleta seletiva do mesmo. Em locais mais habitados, não havia mais espaço para ser enterrado, levando os moradores a jogar e enterrar o lixo em outros locais mais isolados. Porém, com o passar do tempo, estes depósitos foram sendo desenterrados pela ação da erosão do mar e era possível observar em alguns locais, a presença de latas, garrafas e plásticos “aflorando” e espalhando-se ao longo das praias, causando impacto visual e ambiental.

Hotel Nhundiaquara - Morretes - PR




A bela paisagem vista do Hotel e Restaurante Nhundiaquara é magnífica. Mas, se observada de outros ângulos, o prédio faz parte do que conhecemos mundialmente com “cartão postal de Morretes”. O Casarão conserva as paredes originais da área principal remanescentes do século XVII e é a mais antiga construção da cidade. Ali funcionou um Cassino, a escola de Bom Peixe, a Fábrica de Meias, um Centro Espírita, a sede da Repartição Geral dos Telégrafos (primeiro telégrafo) e, a partir de 1945, o Hotel Nhundiaquara, que recebeu o nome do rio de origem Tupi-guarani (nhundia = peixe e quara = empoçado ou buraco, logo buraco de peixe). Parte da história do Casarão se confunde com a história da família Alpendre quando, em 1944, o português Antonio Alpendre resolveu tirar um “cochilo” na beira do rio, num casarão abandonado, e descobriu que naquele local não havia pernilongos ou motucas, isto bastou para adquirir o imóvel pertencente a um estrangeiro (quinta coluna). Com a morte do esposo, em 1947, Amália Martinha Alpendre esteve à frente dos negócios juntamente com sua filhas até 1963, quando a direção do estabelecimentro foi passada para a filha mais velha, Maria da Glória Alpendre Silveira, a qual permanece até hoje. Com a enchente de 1969, a pequena varanda de madeira feita em 1945 ficou comprometida e é aí que foi construída por Joel Costa Silveira a área externa que circunda a parte do Casarão e que caracteriza a conhecida aparência atual, onde funciona o restaurante na antiga “Rua do Comércio”, hoje Rua General Carneiro”. O “Marco Zero” de Morretes (onde começou a Cidade), está registrado na preesença da letra “R” representando o Rei, esculpida na pedra parcialmente encoberta pela água do Rio, na ponta do muro pertencente ao Hotel. Reconhecido por ser o primeiro a explorar comercialmente o “Barreado” e por divulgar o prato típico do litoral paranaense, o Hotel recebeu, por cinco anos consecutivos, o PRÊMIO QUALIDADE BRASIL INTERNACIONAL”.

8 de abr de 2009

Portal Bosque dos Alemães - Curitiba PR










Inaugurado em 1996, o Bosque Alemão homenageia a cultura e as tradições que os imigrantes alemães trouxeram para Curitiba. É um memorial a esses imigrantes que chegaram na cidade a partir de 1833 e muito contribuíram para o estilo de vida dos curitibanos. Ocupa 38 mil m² de área no bairro Jardim Schaffer. A maior parte dessa área é de mata nativa densa e fazia parte da antiga chácara da família Schaffer. O Bosque é rico em atrações. O Oratório Bach, uma sala para concertos musicais. A Torre dos Filósofos, com um mirante. A trilha João e Maria. A Casa Encantada, com uma biblioteca infantil. A Praça da Cultura Germânica. Além do bosque de mata nativa e nascentes de água doce. O Portal Alemão na Praça da Cultura Germânica, Bosque Alemão. Reproduz a fachada da Casa de Mila, residência de 1870 construída por imigrantes alemães na antiga rua Antônio Barbosa Gomes Nogueira, hoje Barão do Serro Azul, no Setor Histórico de Curitiba.