24 de jun de 2009

Secadora de Roupas na estrada Vila da Gloria/Vigorelli



Sem comentários!

12 km to Vigorelli - Joinville



Podem ser muitos mas também podem ser poucos! Tudo é relativo.

Ferry-boat de Vila da Gloria paraVigorelli - S.Fco Sul/Joinville SC



“Escritos de dois ciclistas curitibanos - Leandro e João”
Para nosso alívio, as primeiras casinhas de Vila da Glória começaram a surgir, e por fim o tão desejado e esperado mercadinho. Parada obrigatória pra água, suco, iogurte, refrigerante e informações de distância com o tio do mercadinho. Segundo ele faltavam ainda 14 km de estrada ruim até a balsa, que animador! Pedalamos mais um pouco e chegamos na Vila da Glória às 17h30, um lugar bonito junto ao mar na Baía da Babitonga. Como já era noite, fomos embora logo e a estrada continuou, agora com subidas mais fortes, no meio da escuridão, apenas com os faróis da bicicleta. A diversão deu lugar a preocupação e ao estresse. Em uma altura, uma placa dizia "Ferry-boat a 3 km". Foram os piores 3 km que já pedalei na minha vida, mas passaram e chegamos na balsa. Havia apenas um caminhão e uma moto no local esperando pela balsa. Em seguida, chegou outro caminhão e depois a balsa. Chegamos nesse local as 19 horas e a balsa saiu às 19h15. Chegamos em Joinville, na Praia do Vigorelli, às 19h30.
Quem sabe um dia eles passem pelo meu blog – Fiz o trajeto de Vila da Gloria ao Ferry-boat que leva até o bairro Vigorelli de Joinville a pé com uma parada para almoço no Jaci-Zinho Restaurante.

Restaurantes em Vigorelli - Joinville SC

Pedras do índio e índia - Vila Velha - Paraná



Itacueretaba, antigo nome do local onde conhecemos por Vila Velha, significa "cidade extinta de pedras". Este recanto foi escolhido pelos primitivos habitantes para se Abaretama, "terra dos homens", onde esconderiam o precioso tesouro Itainhareru. Tendo proteção de Tupã, era cuidadosamente vigiado pelos Apiabas, varões escolhidos entre os melhores homens de todas as tribos. Os Apiabas desfrutavam, de todas as regalias, porém era-lhes vedado o contato com as mulheres. A tradição dizia que as mulheres, estando de posse do segredo de Abaretama, revelariam aos quatro ventos e, chegando a notícia aos ouvidos do inimigo, estes tomariam o tesouro para si. Se o tesouro fosse perdido, Tupã deixaria de resguardar o seu povo e lançaria sobre ele as maiores desgraças. Dhui (Luís), fora escolhido chefe supremo dos Apiabas, entretanto, não desejava seguir esse destino, pois se tratava de um chunharapixara (mulherengo). As tribos rivais, ao terem conhecimento do fato, escolheram a bela Aracê Poranga (aurora da manhã), para tentar seduzir o jovem guerreiro e tomar-lhe o segredo do tesouro. A escolhida logo conquistou o coração de Dhui. Numa tarde primaveril, Aracê veio ao encontro de Dhui trazendo uma taça de Uirucur (licor de butiás), para embebedá-lo. No entanto, o amor já havia tomado conta de seu coração não conseguindo assim completar a trição. Decidiu então, tomar a bebida junto com o seu amado, e os dois se amaram a sombra de um ipê. Tupã logo descobriu a traição do seu guerreiro e furioso provocou um terremoto sobre toda a região. A antiga planície fora transformada em um conjunto de suaves colinas. Abaretama, transformou-se em pedra, o solo rasgou-se em alguns pontos, dando origem as Furnas, o precioso tesouro fora derretido formando a Lagoa Dourada. Os dois amantes ficaram petrificados e entre os dois a taça ficou como o símbolo da traição. Diz a lenda, que as pessoas mais sensíveis à natureza e ao amor, quando ali passa ouvem a última frase de Aracê: xê pocê o quê (dormirei contigo).

S. Fco. do Sul - Santa Catarina



Originalmente construída em estilo veneziano e com uma só torre, a Igreja Matriz "Nossa Senhora da Graça" sofreu diversas modificações que a descaracterizaram, ignorando-se a que estilo ficou pertencendo. A última delas foi a edificação de uma torre mandada executar pelo Vigário da Paróquia, Frei Sebaldo, com mão-de-obra contratada ao Sr. Kurt Kamradt. As despesas com a construção da torre, foram cobertas com donativos deixados em testamento por José Basílio Corrêa.
Em 1906, foi organizada uma festa em homenagem ao Dr. Afonso Pena, eleito naquele ano presidente da nação. Sobrando alguns mil réis das despesas da festa, que somados a outros angariados em campanha pública, serviram para a compra de um relógio, cuja data de fabricação é 1907. A instalação do relógio na torre se deu em 1908, sendo contratado o Sr. Antônio de Castro Pinho, auxiliado pelo pedreiro Antônio Alves de Souza, o "Antônio Peteco". Originalmente, o relógio teria um só mostrador, mas graças as habilidades do Sr. Antônio de Castro Pinho, foram adaptados mais 2 mostradores laterais.

Hotel Villa Real em Paulas - S. Fco do Sul - Sta Catarina



O Hotel VillaReal de São Francisco do Sul está localizado em um dos mais belos recantos do litoral do Brasil: "A Ilha de São Francisco do Sul" em Paulas ( um pequeno vilarejo ), que ocupa um lugar privilegiado geograficamente com 500 anos de história.

Pedra suspensa e a andorinha- Vila Velha - Paraná



Uma história que começou há 600 milhões de anos, quando a região era coberta por águas oceânicas. Seguiram-se 200 milhões de anos de erupções vulcânicas, que enrugaram o solo e formaram montanhas. Em seguida, a região foi coberta por geleiras.
Alguns milhões de anos depois, o derretimento das geleiras arrastou a areia e pedaços de pedras que existiam no fundo do extinto oceano. Foi assim que a Natureza esculpiu o Parque Estadual de Vila Velha. São 23 formações rochosas que sugerem imagens de animais, objetos e figuras humanas, como a esfinge, o índio, o camelo e a taça. Há também uma gruta com imensas rochas suspensas, que parecem desafiar permanentemente as leis da Física.

A LENDA DE TAVARANA
Na antiga cidade de pedra composta por formações rochosas impares de arenito, o Parque de Vila Velha, vive um ser de grandeza peculiar.
Esse ser brinca entre as formações rochosas, defendendo Vila Velha como seu lar. Amigo da fauna e da flora lá existente protege cada planta e animal daquele habitat.
Contam os antigos da região que esse ser carismático os protege, e que é um amigo para todas as horas. Mesmo que o perigo se apresente nas crateras profundas de furnas, de um tamanho indescritível, o ser se arisca e salva seja quem for. E sempre que pode chama seus amiguinhos para se banharem na Lagoa Dourada. As brincadeiras tornam o banho divertido e prazeroso. Esse ser amigo foi batizado pelos habitantes do parque de Tavarana. Tavarana vive até os dias de hoje no Parque de Vila Velha entre os rochedos arenosos e as crateras de Furnas, tendo a paz da Lagoa Dourada como refugio. Mas raramente é visto pelos visitantes do parque, por já ter escorregado entre as formações ao tentar salvar um casal em perigo, que subiu sem permissão nas formações rochosas. Essa aventura deixou uma marca no parque, que é conhecida como a pedra suspensa, pois assim foi colocada pelo Tavarana entre duas formações arenosas para que o casal pudesse salvar-se do perigo eminente de saltar entre as formações. Neste local, onde o ser escorregou no chão liso e foi avistado pelo casal. A aparência de Tavarana deixou o casal perplexo, que com sentimentos de medo e gratidão deixaram o parque contando a todos o ocorrido. Muitos visitantes vão ao Parque de Vila Velha na tentativa de ver Tavarana, mas todas as tentativas são em vão, já que ele se esconde, afugentado por saber que sua aparência não agradaria essas pessoas.

Taça - Parque Estadual de Vila Velha - Paraná



A formação de Vila Velha Itacueretaba, antigo nome do que conhecemos hoje por Vila Velha, significa aproximadamente "A cidade extinta de pedra". Localizada a margem direita do rio Tibagi (o rio do pouso) na vasta e ondulada ibeteba (planície) que Saint Hilarie, maravilhado, disse ser o paraíso do Brasil. Este recanto tinha sido escolhido pelos primitivos habitantes para ser Abaretama (terra dos homens), onde esconderiam o Itainhareru, o precioso tesouro. Tendo a proteção de Tupã, era cuidadosamente vigiado por uma legião de Apiabas (varões), que eram escolhidos entre os homens de todas as tribos, treinados para desempenhar a honrosa missão. Os Apiabas tinham todas as regalias e distinções e desfrutavam de uma vida régia. Era-lhes, porém, vedado o contato com as mulheres, mesmo que fossem de suas próprias tribos. A tradição dizia que as mulheres, estando de posse do segredo do Abaretama, o revelariam aos quatro ventos e, chegada a notícia aos ouvidos do inimigo de seu povo, estes tomariam o tesouro para si. Por justiça, Tupã, o onipotente, deixaria de resguardar o seu povo e lançaria sobre eles as maiores desgraças se o tesouro fosse perdido. Os Apiabas eram fortes, altivos e bravos; o seu único trabalho consistia em realizar jardins na terra daquelas planícies. Tupã não permitia que, naquele recanto sagrado, houvesse o pecado. Numa certa época, Dhui ( em nossa língua corresponde a Luís) fora escolhido para chefe supremo dos bravos guerreiros. Como todos os outros, tinha sido preparado, desde a mais tenra infância, para essa sagrada missão. Dhui, entretanto, não desejava seguir aquele destino, celibatário. Seu sangue achava-se perturbado pelo feminil fascínio (era um chunharapixara - mulherengo). As tribos rivais ao terem conhecimento da notícia, de pronto resolveram aproveitar-se da situação e escolheram entre uma de suas donzelas a que deveria ir tentar o jovem guerreiro e tomar-lhe o coração para arrebatar-lhe o segredo. A escolhida foi Aracê Poranga (Aurora Bonita). Não lhe foi difícil conseguir a atenção do ardoroso Dhui e, pouco a pouco, ia entrelaçando-se a sua habilidosa teia, de tal modo que ele ficou completamente apaixonado e subjugado a seus pés. Ela já havia entrado no Abaretama com o consentimento de Dhui, que não teve como resistir-lhe ao desejo. Mas Aracê era mulher e Dhui homem. Traiu seus parentes em nome do amor, como ele traiu a sua missão em nome dela. Numa tarde primaveril, quando os Ipês (árvores de casca) já florescidos deixavam cair suas flores douradas numa chuva de ouro, Aracê veio ao encontro de Dhui trazendo uma taça de Uirucuri, o licor dos butiás, para embebedá-lo; mas o amor já dominava sua razão e ela também tomou o licor e ficaram quedados a sombra do Ipê; langüidamente entrelaçados. Tupã vingou-se desencadeando um terremoto que abalou toda a planície. A fúria divina convulsionou-se dentro do solo e a região foi destruída, trazendo morte e dor. A Abaretama completamente destruída tornou-se pedra, o tesouro aurífero fundiu-se e liquidificou-se, e os dois amantes castigados ficaram um ao lado do outro petrificados. Ao seu lado ficou a causa de sua desgraça, a taça de pedra ... E, quando ali se passa ainda se pode ouvir o vento repetindo a última frase de Aracê: Xê pocê ô quê (dormirei contigo). E assim Abaretama tornou-se Itacueretaba. A terra se fendeu: são as grutas que encontramos próximas a Vila Velha e o tesouro fundido é aquela lagoa que chamamos de Lagoa Dourada, a qual quando o sol lhe bate em cheio, ainda reflete o brilho aurífero. Dhui e Aracê, equivalente indígena de Adão e Eva, estão ainda hoje lado a lado circundados de Ipês descendentes daqueles que assistiram a morte dos dois. E os sobreviventes daquele povo partiram para outras terras onde a maldição de Tupã não os alcançasse. Fundaram outro império, nessas terras imensas da América do Sul.

O"Perola Negra" em perseguição na Bacia de Babitonga - S. Fco do Sul - Santa Catarina



A Baía de Babitonga situa-se na foz do Rio Palmital e nela se encontram duas importantes cidades: Joinville e a ilha de São Francisco do Sul. A réplica do Pérola Negra é extremamente detalhada e fiel ao amaldiçoado navio pirata com suas velas negras, que apareceu pela primeira vez no filme Piratas do Caribe: A Maldição do Peróla Negra.

Matinhos - Paraná - Calçadão depois da ressaca.



Matinhos no litoral do Parana, a cada ano que passa sofre mais devido a invasão do Mar. Comerciantes e moradores tentam em vão conter a força das águas, que invade sem pedir licença mas o que é ameaça para uns, para outros é espetáculo. Em dia de maré alta muitas pessoas vão conferir as águas batendo contra as escadarias do pico de Matinhos e não se arrependem com a beleza do espetáculo.

Restaurante Jaci-Zinho - Vila da Glória - S. Fco. do Sul.



O Hotel e Restaurante Jaci-Zinho Batista oferece diversas opções de frutos do mar para quem estiver na Vila da Glória. O restaurante abre às 11h30 e permanece até o último cliente para almoço e jantar. O rodízio custa em média R$ 35,00; o individual sai por um média de R$ 17,00 e dificilmente se come a metade dele por ser farto. Os pratos à la carte custam em média R$ 35,00 e servem duas a três pessoas. Para quem quiser passar mais tempo apreciando as belezas do local há serviço de hotel. A diária custa em média R$ 50,00 e inclui café da manhã. O Jaci-Zinho Batista fica na rua Geral do Estaleiro, próximo ao ferry boat. (preços em 19.06.2009).